Restaurante das Letras

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Na Semana das Línguas, a nossa escola proporcionou aos alunos dos segundo e terceiro ciclos uma atividade bastante original: “O Restaurante das Letras”. Era uma ideia simples, porém criativa, uma vez que se servia um Menu Literário no espaço da nossa Biblioteca. 
Deste modo, alguns alunos representaram os clientes, outros os “cozinheiros” e “empregados de mesa”.

Os pedidos, feitos com apelativos títulos culinários, não eram servidos com comida, mas sim com poemas poeticamente gastronómicos para aguçar o paladar poético dos nossos jovens leitores. Do Menu constatavam Entradas, Pratos Principais, Sobremesas e Bebidas. Se alguém pedisse uma água, poderia deleitar-se com um poema com o título “A água da vida”.
Depois de servidos, os alunos degustavam cada texto, através de uma leitura expressiva, o que tornou o momento bastante agradável para todos os participantes.

Esta atividade foi interessante e diferente do habitual, pois deu aos nosso clientes, jovens leitores,  a oportunidade de descobrir poemas de forma divertida e inesperada, quase como se cada poema servido tivesse um sabor próprio.

Outro aspeto bastante positivo foi o envolvimento dos alunos, não só na leitura, como também na interpretação de cada poema.

A dinâmica desta atividade fez-nos sentir que a poesia pode estar em qualquer ocasião do dia-a-dia.

Um evento a repetir...quem sabe com outros elementos da comunidade educativa!

Podemos dizer, assim, que o “Restaurante das Letras” foi uma forma indireta de estudo, pois aproximou-nos da literatura e soube-nos muito bem.

Autora: Márcia Sá, 9.º A (adaptado)

Foto peddy Ilda Maria Marques A. Brenha Figueiredo

Para assinalar o “Dia Mundial dos Direitos do Consumidor - 15 de março”, as turmas do Curso Profissional Técnico de Gestão organizaram um “Peddy Paper”, para os alunos do 9.º ano, tendo-se inscrito as turmas: A, D e E.

Esta atividade vai ao encontro da estratégia de Educação para a Cidadania (Sustentabilidade e Economia Circular; Literacia Financeira e Educação para o Consumo), reforçando a importância de um consumo mais esclarecido, racional, baseado em valores sociais e ambientais.

É importante que todos conheçam os seus direitos e deveres enquanto cidadãos e consumidores. É urgente que todos tenhamos consciência dos males que o consumismo do mundo moderno causa à natureza, e que esses males podem e devem ser combatidos. Se cada um de nós fizer a sua parte, então será possível garantir às futuras gerações um planeta limpo, ecológico e sustentável.

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