|Provas e Exames 2025 - 2026

ANO LETIVO 2025/2026


 

Arte que sustenta Histórias

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O projeto de pintura de tijolos nasceu, há alguns anos, da necessidade de criar suportes práticos para os livros da Feira do Livro da Escola.
Os primeiros tijolos foram decorados pela professora Fátima Leite, com referências à arte nacional e internacional, incluindo caricaturas de escritores, artistas e personagens literárias.
Mas tornou-se necessário aumentar o número de suportes. Foi então que a professora Carla Gomes lançou o desafio à turma 12.º E, de Artes Visuais, que restaurou os tijolos iniciais e criou novos, inspirados em artistas escolhidos pelos próprios alunos.
Este projeto é o resultado de um trabalho colaborativo que começou há vários anos e que continua a crescer. Hoje, os “tijolos artísticos” são presença indispensável na Feira do Livro — uma verdadeira expressão de Arte em Construção.


 

Projeto e-BUG leva ciência ao pré-escolar e ao 1.º ano na escola do Outeiro

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As crianças das salas 1 e 2 do Jardim de Infância do Outeiro e os alunos do 1.º ano da EB Outeiro participaram recentemente, no dia 04 de março, numa atividade experimental sobre Introdução aos Microrganismos, no âmbito do projeto e-BUG, uma iniciativa que promove a educação para a saúde e o conhecimento sobre microrganismos.
Foi uma atividade de articulação entre crianças e alunos dos referidos níveis de educação e de ensino que contou com a presença de uma convidada especial, Professora Teresa Valente do ensino secundário do nosso agrupamento de escolas.
Durante a sessão, os alunos tiveram a oportunidade de visualizar um vídeo sobre o tema, de realizar pequenas experiências e observar de perto o mundo invisível dos microrganismos. Um dos momentos mais entusiasmantes foi a observação do bolor do pão através de uma lupa binocular. As crianças puderam ver as diferentes estruturas do fungo que se desenvolve quando o pão permanece vários dias exposto ao ar, compreendendo melhor como os microrganismos crescem no nosso dia a dia.
Além disso, os alunos observaram ao microscópio a ação das leveduras. Através desta experiência, perceberam como estes microrganismos vivos atuam, por exemplo, no processo de fermentação utilizado na produção de pão.
A atividade despertou grande curiosidade e entusiasmo entre os participantes, que se mostraram muito interessados em explorar o mundo microscópico. Para muitos, foi a primeira vez que utilizaram equipamentos laboratoriais como a lupa binocular e o microscópio.
As próximas lições do projeto e-BUG vão ser sobre a Higiene das Mãos, Higiene Respiratória e Higiene Oral e decorrem ao longo do mês de março, conforme combinado entre as docentes das turmas envolvidas.
Com iniciativas como esta, o projeto e-BUG que integra o Plano de Cidadania das turmas contribui para desenvolver desde cedo o interesse pela ciência, promovendo a literacia científica e hábitos de saúde entre os mais jovens.


 

Antigo Aluno do Curso Profissional TGPSI distinguido com bolsa de estudo na Universidade de Aveiro

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Clicar na imagem para ler publicação da Escola Superior Aveiro Norte - Universidade de Aveiro

O aluno Hélder Martins, que concluiu o Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos no Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro no ano letivo 2024/2025, foi distinguido com uma Bolsa de Estudo — Melhor Estudante, atribuída pela Universidade de Aveiro.
Após concluir o curso profissional, Hélder ingressou na Licenciatura em Automação e Sistemas de Produção, na Escola Superior Aveiro Norte (ESAN-UA), com a nota de entrada de 17,55 valores. Este resultado valeu-lhe o reconhecimento entregue na Cerimónia de Abertura do Ano Letivo 2025/2026 da Universidade de Aveiro.
O Agrupamento orgulha-se deste percurso e felicita o Hélder pelo mérito demonstrado, desejando-lhe todo o sucesso na vida académica e profissional. O seu exemplo é uma inspiração para todos os alunos dos nossos cursos profissionais.

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No dia 2 de maio, logo pela manhã, os alunos dos 10º A, B, C e 5 alunas do 10º F, da Escola Secundária Ferreira de Castro, acompanhados dos seus professores Alexandra Esteves, Ângela Costa, Carla Mariano, Manuel Alberto, Paula Catela e Paulo Gião partiram rumo à exploração de Montalegre e do Parque Nacional Peneda Gerês.


Durante o período da manhã o grupo visitou o Ecomuseu do Barroso e o Castelo de Montalegre. Algumas opiniões dos alunos:
“O museu retrata bem aquilo que Montalegre tem de melhor. Quadros bem pintados, acessórios característicos das pessoas da terra, trajes típicos da região, utensílios, sementes e comidas tradicionais. A palestra com vídeo da região foi agradável e elucidativa.


“Foi muito bom subir percorrer o castelo e subir à Torre de Menagem e à Torre Furada pois ficámos a conhecer mais da história do castelo que foi construído a uma altitude de 980 metros acima do nível do mar no topo de um monte granítico. Além disso, a Torre de Menagem é um miradouro de excelência para a Serra do Gerês, mas também para as vizinhas terras da Galiza.
O castelo, de planta quadrada, datado do séc. XIII, é constituído por quatro torres ligadas entre si por muralhas imponentes e em cujo centro está uma ampla praça de armas. A cisterna existente nesta praça é extremamente profunda, forrada de cantaria, destinada a conter milhões de pipas de águas pluviais. À sede não parece possível que a guarnição viesse a render-se em caso de cerco por mais duradouro que fosse!”

Após a necessária e desejada pausa para o repasto no belíssimo Parque das Merendas, e com as forças já retemperadas, eis-los rumando em direção à Barragem do Alto do Rabagão. Lá um técnico da EDP explicou o funcionamento da barragem, mas pouco se pode observar da mesma no espaço exterior, tanto era o vento que fazia com que os pés se levantassem do chão.
O fim de tarde e início de noite foi passado em grande camaradagem com muitos jogos de Uno.


Na manhã seguinte o tempo continuou a não ajudar, pelo que não foi possível fazer a caminhada pelo Gerês para melhor conhecer a sua geologia, geomorfologia e biodiversidade. Estas ficaram-se a conhecer através de vídeos e de uma palestra, bem como pela visita ao Núcleo Museológico do Campo do Gerês. Os alunos estiveram muito atentos às explicações do guia, e o que mais os impressionou foi a maqueta dinâmica da Serra do Gerês com a falha geológica do Gerês-Lobios (Espanha). Esta falha após a formação do Pangeia levou a uma fraturação tardia que cortou e deslocou os granitos da região. A falha possui uma direção NNE-SSW, sendo responsável pela deslocação dos vales dos rios Cávado e Homem e pelas nascentes termais da Vila do Gerês e do rio Caldo (Espanha). Saber que as águas quentes que hoje emergem infiltraram-se há 900 -1000 anos foi surpreendente!


À tarde visitou-se as Caldas do Gerês onde emergem as águas básicas e sulfurosas, com cerca de 50ªC. A maioria dos alunos não aprovou o sabor das mesmas…
As águas infiltram-se devido à permeabilidade de tipo fissural, conferida pela falha, acrescida devido à presença de numerosos filões de quartzo transversais ao acidente principal. A ascensão é facilitada pela barreira hidrogeológica criada por filões de rocha básica alterada o que confere propriedades importantes a estas águas, que têm indicações terapêuticas para doenças dos sistemas circulatório e digestivo, bem como para doenças metabólico-endócrinas, reumáticas e músculo-esqueléticas.


As condições climatéricas não ajudaram, mas mesmo assim os alunos classificaram a visita de estudo como muito boa a excelente, referindo que foi interessante e permitiu realizar e/ou consolidar aprendizagens.

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